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Osteoporose: riscos, diagnóstico precoce e acompanhamento médico

A osteoporose é chamada de doença silenciosa porque progride sem sintomas até que uma fratura ocorra. Identificar os fatores de risco e fazer o rastreamento precoce salva vidas.

Dr. Vinícius Sanchez
Dr. Vinícius Sanchez Ortopedista e Especialista em Medicina da Dor — CRM-SP 288076 | TEOT 17882

O que é osteoporose?

A osteoporose é uma doença metabólica caracterizada pela redução da densidade mineral óssea e pela deterioração da microarquitetura do tecido ósseo. O resultado é um osso mais poroso, mais fraco e com maior risco de fraturas — mesmo em situações de trauma leve, como uma queda da própria altura.

É considerada um problema de saúde pública global. Estima-se que uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima de 50 anos sofrerá uma fratura por fragilidade ao longo da vida.

A maioria das pessoas com osteoporose não sabe que tem a doença. Os ossos ficam progressivamente mais frágeis sem causar dor — até que a fratura acontece. Por isso, o rastreamento é fundamental.

Quem deve fazer rastreamento?

As principais indicações para rastreamento da osteoporose incluem:

Como é feito o diagnóstico?

O exame padrão-ouro para diagnóstico é a densitometria óssea por absorciometria de raios X de dupla energia (DXA). Mede a densidade mineral óssea em coluna lombar e fêmur proximal. Os resultados são expressos em T-score:

Prevenção e tratamento

A prevenção começa cedo — a massa óssea atinge seu pico entre os 20 e 30 anos. Depois, o foco é preservar a densidade adquirida. As principais estratégias incluem:

Dor persistente merece atenção especializada

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As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem avaliação médica individualizada. Conteúdo escrito e revisado pelo Dr. Vinícius Sanchez, CRM-SP 288076 — junho de 2026.

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